Esporte na língua do povo, sem rabo preso e sem modismo, no amor e ódio eterno do torcedor raiz.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Maltrata mais que tá pouco!

Roteiro perfeito para uma noite feliz: estádio cheio, mosaico bonito, torcida berrando o tempo inteiro, adversário frágil, time em boa sequência. Claro, só esqueceram de avisar ao Botafogo.

Mais uma vez, amargamos uma eliminação precoce na Sulamericana (e justo num ano em que o caminho para o título era algo possível mesmo para um time tão limitado) e ainda num cenário extremamente injusto, tanto ao time quanto ao torcedor. 
Basta lembrarmos, antes de qualquer coisa, do jogo de ida contra o Bahia. O 2 a 1 lá foi absurdamente mentiroso. Metemos bolas na trave, o goleiro deles fez milagres..e nós tomamos dois frangos do 4º goleiro. 

Ontem à noite, o primeiro tempo deu a tônica que se esperava: jogo feio, mas aberto, e a consolidação do fato de que se fosse pra passar, seria apertado e provavelmente tomando gol. Ambas as zagas estavam batendo cabeça, o que explica o bizarro gol inaugural do Pimpão, o empate baiano e o segundo gol feito pelo Luiz Fernando.  A posse era majoritariamente nossa, mas isso não se traduziu num massacre de oportunidades. Entretanto, a defesa do goleiro Douglas num arremate à queima-roupa do Lindoso (ou do Kieza, não lembro bem) e a escorregada ridícula do Lindoso de cara pro gol foram lances cruciais pra que não fôssemos ao segundo tempo com a vaga na mão.

Entretanto, isso não é desculpa pra explicar os outros 45 minutos extremamente apagados do time na parte ofensiva. Claramente, a parte física pesou e o time parecia morto em campo depois de 20 minutos. Zé Ricardo tentou injetar gás, mas fez ao menos uma mexida bastante burra: ao tirar Luiz Fernando - o mais criativo no ataque naquele momento - pra por o inoperante Aguirre, perdemos força pra tabelar e a inventividade do garoto, que estava levando vantagem no 1 contra 1. Facilitamos pro Bahia cozinhar o jogo: sabiam que se fosse pros pênaltis teriam ampla vantagem.

E desde já faço aqui um manifesto: DEMITAM TODO MUNDO NO DEPARTAMENTO MÉDICO DO BOTAFOGO! São mais de 3 ou 4 temporadas em que SEMPRE temos 2 a 3 jogadores necessários ao elenco parados no DM sem previsão de volta. Alguns até são os mesmos. Saulo não é o maior culpado pela eliminação, mas é EVIDENTE que não ter Gatito nos pênaltis FOI DECISIVO pra não seguirmos na competição. Aliás, Gatito em campo forçaria o Bahia a sair mais, sabedor de que nos pênaltis a vantagem seria nossa. 

Saulo até fez mais que o esperado, conseguindo catar um pênalti e compensar a cagada do Marcinho na 3ª cobrança. Mas aí, nas alternadas, Moisés foi de cabeça baixa até pra se aproximar da área. Detalhe: Quem bateria seria o Pimpão, mas o Moisés PEDIU pra bater. E fez aquilo. Um recuo de neném. 

Infelizmente, acontece, e vamos ter que aturar o fato que o Carioca é o que deu esse ano, e é isso. É mais um ano rezando pra não cair, e serão muitos outros enquanto a dívida for tão absurda e a sorte não nos abraçar. Cabe à torcida reconhecer isso, e justamente por essa missão ingrata de ter que ter time ruim até pagar tudo, abraçar sempre o Botafogo e empurrá-lo na base do grito. É o que tem funcionado. Ainda nos aguardam dias melhores, porque o futebol é injusto, mas seus Deuses não o são. 

Estava no estádio, então hoje tem notas!

SAULO - 5,5
Zero culpa no gol. Mas segue absurdamente inseguro. Sua movimentação antes das batidas dos adversários é um atestado de que é um péssimo goleiro. Essa merda NUNCA funciona. Goleiro bom fica parado e espera quieto. Ainda assim, catou uma (péssima) cobrança. 

MARCINHO - 5,5
Fez uma das suas melhores partidas durante os 90 minutos. Fez boas tabelas no ataque, cruzou bem, driblou, e ATÉ FOI BEM NA DEFESA, marcando certo e com boas intervenções. Nos pênaltis, foi displicente ao tentar tirar de um goleiro alto batendo rasteiro. 

CARLI - 4
Sofreu horrores contra o veloz ataque baiano. Visivelmente nervoso; apelou pra faltas, catimbou, mas só conseguia errar o tempo de bola e criar situações de perigo pro adversário. Bem nas bolas altas defensivas, mas totalmente ausente na ofensiva (e isso pesou muito no fim de jogo). 

RABELLO - 6
Único atleta da defesa que não errou em nenhum momento na partida. Soberano no alto, preciso nos cortes rasteiros, ganhou o combate individual contra todos, sendo que atuou praticamente sozinho devido à noite desastrosa de Carli. Só faltou fazer aquele gol de cabeça salvador.

MOISÉS - 4,5
Não pode ser chamado de omisso. Deu opção ofensiva durante toda a partida, foi pra cima, distribuiu dribles no ataque e fez bons cruzamentos. Na defesa, porém, foi péssimo. Displicente, o gol baiano sai nas suas costas. Errou saídas de bola com dribles burros. Puxou a responsabilidade pra si nas alternadas, achando que poderia compensar as falhas. Acabou errando de forma medíocre. Sim, ele não é omisso. Mas sim, tampouco é craque e pelo visto, não treina. 

MATHEUS FERNANDES - 4
Muito mal. Entrou pra fazer a função do Jean, mas não consegue entender seu posicionamento ao jogar ao lado de Lindoso e Bochecha. Ficou perdido no meio e ainda tomou um cartão bobo. Saiu para a entrada de Renatinho.

LINDOSO - 5
Não fez a melhor das partidas, demorou a se encontrar. Deu o passe pro segundo gol. Mas depois, sumiu de novo. 

BOCHECHA - 6,5
Melhor no meio mais uma vez. Erra em alguns momentos, mas tem visão de jogo, parte pra cima e é objetivo. Suas viradas de bola e dribles de corpo desafogaram o time em momentos chave; faltou pontaria dos que recebiam seus passes.

PIMPÃO - 7
Melhor em campo no todo, correu feito o maluco que é, marcou do seu jeito tresloucado o tempo inteiro e ainda finalizou algumas vezes: a mais importante no primeiro gol, que começa em uma roubada sua que ele mesmo apanha mais à frente, aproveitando o vácuo criado pelo Kieza. Cansou no fim, mas ainda assim fez cortes importantes. Faltou ser fominha e ele mesmo bater o pênalti alternado, como tinham combinado antes.

LUIZ FERNANDO - 7
Poderia ter tirado nota maior se Zé Ricardo tivesse lhe mantido em campo. Estava ensaboado, distribuindo dribles (ao ponto de ser fominha em dados momentos). Meteu um gol que reanimou o time e a torcida, e era o mais lúcido em campo no segundo tempo até sair. Tão logo saiu, o time desabou de rendimento. 

KIEZA - 6
Sofre o mal do centro-avante de time ruim: a bola não chega. Mas quando recebeu, fez ótimo trabalho de pivô e tem justificado a titularidade. A malandragem de sair do impedimento bloqueando a visão da zaga baiana pro Pimpão passar foi importantíssima. Cansou no fim, e ainda assim bateu pênalti com perfeição. 

RENATINHO - 4
Entrou pra aumentar a produtividade ofensiva, municiar o ataque com qualidade. Mal tocou na bola, errou dribles e passes, e foi péssimo na bola parada (o que fez muita diferença na pressão final). Renatinho claramente não é jogador de série A. Saudades do Valencia.

AGUIRRE - 3,5
Entrou no lugar de Luiz Fernando, teoricamente pra compor dupla com Kieza e favorecer o chuveirinho. Ficou nas pontas, errando passes e fazendo faltas burras. É inacreditável que a torcida tenha se mobilizado nas redes por um atacante tão fraco e sem cabeça. 

MARCELO  - 5,5
Entrou improvisado no lugar do exausto Bochecha, e foi razoável. Marcou na medida do possível, e até arriscou saídas ao ataque.

ZÉ RICARDO - 4
Ficou devendo muito na noite de ontem. A entrada do Renatinho foi uma mexida certa, só entrou ele porque o Valencia tava fora. Mas tirar o Luiz Fernando foi de uma burrice imensurável. Se não houve cansaço físico, foi um absurdo. E ainda mais pra botar o Aguirre: Zé Ricardo deixou claro nas últimas partidas que o reserva é o Brenner, que comporia melhor uma dupla de ataque com o Kieza pra ficar na base do abafa.  O uruguaio nem pra isso entrou, ficou nas pontas mantendo um esquema que não estava mais funcionando pra situação na partida. O rendimento do time desabou e isso passa diretamente por essa mexida errada do Zé. Ele tem seus méritos na clara evolução técnica da equipe, mas não é a primeira vez (nem no Botafogo nem na carreira) que faz mexidas estúpidas. Precisa fazer o simples e teimar menos. 


Bom, é isso. Resta torcer pra que a torcida não se abale em excesso, porque no Brasileiro não tem nada decidido, apesar da nossa melhora inquestionável de rendimento. No post passado me enganei, já teremos o clássico de vida e morte contra o Vasco - que está a uma derrota de entrar na espiral sem fim: eleição anulada, salários atrasados, técnico e elenco tirando o deles da reta e criando ainda mais problemas - na terça. Precisamos ganhar, é jogo de mil pontos. 

Ah, e 17 só o Pimpão, valeu? Fascista tem que se foder, Botafogo é resistência honrada. É time de corajoso que bate no peito em que pulsa a estrela e luta contra a injustiça sozinho, e não de um bando de covarde metido a macho quando anda em grupo fazendo merda por aí. É o time das causas impossíveis, que exalta seus ídolos - vários deles negros, mulatos e estrangeiros - e, muito por isso, APRENDEU HISTÓRIA! E só quem sabe história pode ter um futuro. 
O clube que talvez mais sofra - dentre os grandes - com as roubalheiras resultantes da politicagem, dos interesses escusos entre federação, mídia e clubes midiáticos. O clube que um argentino mete 3 gols e não dá audiência pra Globo pelo feito. Um clube que a gandula dá lançamento pra gol e cresce na vida batalhando duro, sem nunca ser diminuída por ser mulher. 
O Botafogo é e SEMPRE SERÁ um gigante de RAIZ no futebol brasileiro, e não falta exemplo na sua história de como esse time representa muito mais o povo que sofre e quer ser feliz do que os imbecis que querem opressão. Botafoguense que se preze toma a sua cerva com todas as outras tribos e rivais junto e se diverte. Botafogo é só pra quem realmente tem esperança de dias melhores e coragem pra lutar por isso. Se você é Botafogo e é fascista, tira esse manto, que tu não merece.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

A divisão Cleveland Browns

Muitas histórias na National Football League transpassam o âmbito esportivo. Rivalidades regionais podem ter causos interessantíssimos que ligam cidades, franquias e acontecimentos importantes para a liga no mesmo plot. É o caso da AFC North, a "divisão Cleveland Browns".

A AFC North, como é chamada a partir de 2002, é a divisão que hoje comporta 4 franquias: Cleveland Browns, Cincinnati Bengals, Baltimore Ravens e Pittsburgh Steelers; e tirando a última, todas possuem uma história bastante interligada. A sequência de acontecimentos que acabou por resultar na criação dessas quatro franquias é bastante interessante e merece ser falada nessa coluna.

Vamos voltar muito tempo no passado, para 1933, ano da fundação do Pittsburgh Steelers.
O time da Pennsylvania é um dos mais antigos da liga, e já trilhava sua história naquela época, em que o esporte começava a se firmar em solo americano, e era muito menos popular que o baseball. Inclusive, o time chegou a se chamar Pittsburgh Pirates, nome do então time de baseball da cidade.


O Cleveland Browns foi fundado em 1946, na AAFC (liga concorrente à NFL que existiu nos anos 40). O Head-Coach da franquia de Ohio nos primeiros anos era Paul Brown (guarde esse nome).
Os Browns eram uma considerável potência na AAFC e venceram os 4 campeonatos que essa liga promoveu até 1949, seu último ano. Com o fim dessa liga, a NFL decidiu incorporar 3 times da mesma: o San Francisco 49ers, Baltimore Colts (atual Indianapolis Colts) e o Cleveland Browns.

Incorporados à NFL, os Browns já chegaram estabelecendo uma dinastia: Entre 1950 e 1955 a franquia chegou em todas as finais, e foi campeão 3 vezes.

Arte sobre o Cleveland Browns, provavelmente dos anos 50.


Quando nós vemos uma franquia atingir esse grau de dominância, que começou nos anos 40 e se manteve por toda década de 50, nós pensamos em continuidade, para que haja a evolução do trabalho e o time continue se reconstruindo e atualizando suas peças com a mesma equipe técnica que uma vez o formou. Foi exatamente isso que NÃO aconteceu. Em uma das decisões mais contestadas e importantes da história da liga, Paul Brown foi demitido dos Browns em 1963.

Possivelmente magoado (com muita razão), Paul Brown não iria abandonar o futebol americano dessa forma. Em 1967, a American Football League (liga que competiu com a NFL durante a década de 60, sendo depois englobada à mesma e se tornando a conferência AFC) concedeu à Brown o direito de inaugurar uma franquia em Cincinnati, Ohio. Assim nasceu o Cincinnati Bengals. O time desde aquela época joga com o uniforme no mesmo tom de laranja do Cleveland Browns, e com o capacete icônico simbolizando o tigre, símbolo da franquia. Desde o ano 2000 joga no Paul Brown Stadium, nomeado em homenagem à esse nome importantíssimo da história do futebol americano.

Icônico uniforme do Cincinnati Bengals


Até o ano de 1969, os Bengals jogaram na conferência Leste da AFL; os Browns e os Steelers jogaram na conferência Leste da NFL. Em 1970 as duas ligas se fundiram, e se tornaram duas conferências de uma mesma liga. Browns e Steelers foram "enviados" pra AFC para constituir a divisão AFC Central, junto de Cincinnati Bengals e Houston Oilers.

Nos anos 70, Pittsburgh Steelers foi campeão do Super Bowl 4 vezes. Nos anos 80, os Bengals chegaram ao Super Bowl duas vezes, mas perderam os dois jogos para o San Francisco 49ers, de Joe Montana.


Terry Bradshaw, Quarterback tetra-campeão pelos Steelers


Se você já está achando essa história toda interessante, anime-se, caro leitor, pois a década de 90 é a cereja do bolo. Em 1995 a AFC Central ganha uma nova franquia: O Jacksonville Jaguars. Ok, isso é não é tão importante pra história. Mas em 1996, a administração do nosso querido Cleveland Browns (segundo time de todo mundo), toma a decisão de sair de Cleveland, simplesmente mudar o time
de cidade e estado. A franquia se muda para Baltimore, e se torna... Baltimore Ravens. Em um processo de dois anos, o Houston Oilers se muda para o Tennessee e passa a se chamar Tennessee Titans.

Vamos lá, embora toda a administração, jogadores e estrutura  dos Browns tenha ido para Baltimore, os Ravens não são os Browns. Oficialmente, os Ravens são uma franquia que começa do zero em 1996. Após o time abandonar a cidade, temos não apenas uma fan base enorme que ficou órfã de um time para torcer, mas muita história em jogo e obviamente muito dinheiro envolvido. Em 1999 o Cleveland Browns é "revivido" e volta a ser uma franquia da NFL. A partir desse momento, nós temos o "antigo" Browns, que se chama Baltimore Ravens, e o "novo" Browns, refundado na cidade, com estádio novo, nova administração e a mesma torcida apaixonada. Oficialmente, todos os títulos, records e história do Cleveland Browns de 1946 à 1996 pertence ao "novo" Browns - que carrega o nome e toda a marca da antiga franquia -, e não ao Ravens. A partir de agora, vamos nos referir apenas como Browns e Ravens.

O primeiro campeão do século XXI foi o Baltimore Ravens, que venceu os Giants no Super Bowl de 28 de Janeiro de 2001, conquistando o primeiro troféu Vince Lombardi da franquia.

Os Ravens (de branco e roxo) vencendo seu primeiro Super Bowl contra os Giants.


Em 2002 a NFL passou por uma grande reformulação. Cada uma das duas conferências passou a ter 4 divisões ("grupos") com 4 times cada. Em resumo, 8 grupos com 4 times, como na Copa do Mundo de futebol. O Jacksonville Jaguars e o Tenneessee Titans passaram a integrar a AFC South. As outras quatro franquias conseguiram o direito de permanecer na mesma divisão, por conta da acirrada rivalidade.

O realinhamento de 2002 foi a última grande mudança da NFL, e criou a AFC North, como nós conhecemos hoje. Cleveland Browns, Cincinnati Bengals, Baltimore Ravens e Pittsburgh Steelers constituem a mesma.
Os Steelers foram campeões em 2005 e 2008, totalizando seus 6 títulos nacionais, e se tornando o maior campeão da história do Super Bowl.
Os Ravens venceram seu segundo Super Bowl em 2012, num acirrado duelo com o San Francisco 49ers.
Já os Browns, após a recriação em 1999, nunca conseguiram repetir seus momentos de glória. Na realidade, só tiveram duas campanhas positivas (temporada com mais vitórias do que derrotas) desde então. Em 2016 só venceram 1 partida e perderam 15. Em 2017 perderam todas as 16 partidas que jogaram. Absurda má administração e escolhas questionáveis marcam essa nova fase da franquia.


Presente e futuro


No draft de 2018, o Cleveland Browns com a primeira escolha geral, escolheu o Quarterback Baker Mayfield. Começando como reserva, o mesmo entrou em campo contra o New York Jets, graças a lesão do titular Tyrod Taylor. Naquele duelo de Rookies (o Qb dos Jets, Sam Darnold, também está em seu primeiro ano), Mayfield conseguiu uma virada impressionante, e os Browns conseguiram vencer o primeiro jogo após 635 dias.
Mayfield foi o Quarterback número 30 (se minhas contas estão certas) a ser titular pelos Browns desde a recriação em 1999.

Baker Mayfield entra no meio do jogo e lidera os Browns para uma virada sensacional: primeira vitória do time em 635 dias


Os Browns ontem perderam para os Raiders, e estão com uma campanha (1-2-1).

Os Steelers querem arrumar a casa, apesar dos problemas na defesa e toda a confusão extra-campo neste ano de 2018. A algumas horas atrás, eles perderam para o Baltimore Ravens no horário nobre. A campanha dos Steelers é 1-2-1, enquanto os Ravens estão 3-1.

Os Bengals são, na minha visão, uma das maiores surpresas da temporada. Um time que ninguém acreditava, e que ontem venceu o poderoso Atlanta Falcons, lá na Georgia. A franquia de Cincinnati tem a campanha 3-1 até então.

Steelers sendo o maior campeão da NFL, Browns com seus títulos de um passado distante, Bengals com sua história e suas idas ao Super Bowl, Ravens com seu sucesso em tão pouco tempo. Qual desses times você acha que tem a história mais interessante? Será que Baker Mayfield vai levar os Browns de volta para seus momentos de glória? Quem irá ser o campeão dessa divisão em 2018? A temporada está no início e todos ainda tem chances. A única certeza é que será muito interessante acompanhar os próximos capítulos da AFC North.